Até parece! Regra da qual eu não abro mão: só bebo quando estou feliz. E não é o caso. Bem, ao menos não totalmente. Estou feliz por ter almoçado, hoje, fritada de arroz com cebolas e um tomate regado a azeite português e vinagre temperado de limão. A carne acabou, mas ainda tinha o tomate. É como aquela história da garrafa de cerveja... enquanto alguns protestam o que já foi bebido, outros observam o que ainda resta.
Preciso me alimentar por mais alguns meses, sinto-me tão fraco... O difícil é saber que estou só e que, por mais que haja pessoas a minha volta, jamais estarão verdadeiramente comigo. Maldita viagem!
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