Hoje fui surpreendido, algo que me fez "deixar cair os butiás do bolso", mas não devo (ao menos por ora) entrar em detalhes.
Acredito que o funcionário ideal para qualquer empresa que se preze é aquele que demonstra ser ético, honesto, íntegro, socializável, compreensivo, solidário, humano, sensato, pronto, solícito, pesquisador, trabalhador, comprometido.
Tenho como pilares básicos, nos quais fundamento a minha existência e pauto as minhas ações diárias os seguintes princípios:
- Disciplina
- Responsabilidade
- Planejamento
- Trabalho
E assumi como missão: "Trabalhar para o desenvolvimento pessoal e coletivo, com qualidade de vida."
Embora os acontecimentos de hoje, em minha opinião insensatos e que prefiro tratar como uma discriminação isolada de alguém que sequer teve a coragem de se expor (ou que me condenou a não ter o perfil adequado sem me dar ao menos uma chance de mostrar minha desenvoltura) e não como uma ação empresarial, ainda continuarei acreditando que pessoas conscientes e realmente comprometidas com uma macrovisão empresarial que preze e zele os valores supra citados existam em número suficiente a ponto de constituirem negócios que tenham na meritocracia não apenas uma palavra mais utilizada como propaganda, mas como algo que de fato faça valer à pena atitudes corretas e o empenho em nos tornarmos melhores a cada dia.
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