quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Quem Somos Nós?

A maioria de nós, ocidentais, somos educados para procurar fora o que está dentro, buscamos no lugar errado as respostas para as principais indagações da vida. Às vezes temos a oportunidade de ler obras como O Pequeno Príncipe, na qual consta que "a gente só vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos". Mas nem sempre temos a satisfação de interpretar corretamente a informação recebida e deixamos escapar por entre os dedos, tal qual grãos de areia, as grandes lições. Mas o Grande Arquiteto Do Universo é sábio, oportuniza-nos a recursividade da experiência.

Não raramente, de acordo com nosso grau evolutivo, Julgamos e tratamos as pessoas de acordo com as roupas que vestem, ora pelas vestes de pano, outrora pelas de carne. Em ambos os casos, embora seja mais grave e estúpido o segundo, somos fadados ao erro, à estupidez e ao ridículo.

Felizmente evoluímos e, se este erro não mais cometemos, devemos nos regozijar pelo amadurecimento pontual, nos esmerarmos para crescermos nos segmentos deficitários e, o que é menos fácil, entendermos os seres ainda preconceituosos, ajudando-os, sempre que possível, a chegarem no mesmo patamar a que ascendemos. Devemos entender, ainda, que eles poderão ser mais evoluídos em outros aspectos.

Acredito que tudo se resuma a energia, movimento e unidade, razão por que qualquer comportamento discriminatório ou especulativo, não ético, egoísta ou similar considero abominável.

O assunto é extenso e polêmico e aqui discorri brevemente e abordando apenas um dos vários pontos de vista.

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